3 coisas que não devem existir em um casamento

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3 coisas que não devem existir em um casamento
3 coisas que não devem existir em um casamento

3 coisas que não devem existir em um casamento

Existem determinados comportamentos que acabam levando uma coisa a outra, seria como seguir um caminho, cada passo leva sempre para um novo patamar. Por isso é importantíssimo, antes de iniciarmos qualquer tipo de caminhada, estarmos consciente da necessidade de fazermos nossa parte da melhor maneira possível.




Em determinados relacionamentos, situações inesperadas nos levam a tomar atitudes que jamais esperaríamos de nós mesmos. E se forem atitudes negativas é preciso tomar cuidado, pois é um claro sinal que o relacionamento, em vez de estar nos fazendo bem, está fazendo mal.

Por isso, tome muito cuidado a três situações que demonstram um relacionamento prejudicial à sua saúde.

1 – Você nunca foi ciumenta até agora!

Muitas pessoas acham que sentir ciúme é demonstração de amor. E se formos analisar, podemos até assumir que é verdade. No entanto, não deixa de ser um sentimento que denota posse, propriedade. Não podemos esquecer que ninguém é de ninguém, que apesar de tantas frases feitas por aí, nós não estamos esperando nossas metades, pois somos seres inteiros.

Mas digamos que o ciúmes que anda sentindo está bem longe do ciúme sadio, daquele que reclama quando acontece alguma besteirinha aqui ou ali e está chegando ao ponto de ter sua mente bombardeada o tempo inteiro com ilusões e medos. É neste momento que precisa avaliar as causas de tal sentimento: Ele te dá atenção que deseja ou atenção que pode? Ele é uma pessoa carinhosa ou você quer fazer dele uma pessoa mais atenciosa?

 

O ciúmes também pode ser um resultado, um indicador que o relacionamento não está andando como você gostaria que andasse. É preciso ponderar os pontos e averiguar se isso vem da sua parte ou se é apenas a sua resposta. Se, por ventura, seu ciúmes se tornar possessividade, ao ponto de passar todos seus momentos pensando onde ele ou ela poderia estar e fazendo o que. Este é o seu momento para refletir em tudo que acontece e lhe deixa mal.

Podem existir duas razões para a possessividade: ele não dá a atenção que você esperava e se sente desvalorizada ou, você realmente possui um problema de inferioridade que lhe faz reduzir a praticamente nada que valha um tostão furado. Em ambas as situações é preciso sentar e conversar com o cônjuge, pois tais problemas só podem ser solucionados pelo casal. Casamento não é apenas um estado civil, mas também uma equação de terceiro grau, daquelas bem complexas.

2 – Anulação de um ou de ambos

 

Um ponto comum nos relacionamentos é o casal decidir anular partes de sua vida em prol da união. É preciso tomar muito cuidado, você pode estar diante de uma armadilha que lhe pegará mais cedo ou mais tarde. Casar com alguém não significa anularmos toda nossa individualidade, o casamento não nos faz um ser apenas. Não podemos levar a ferro e fogo as palavras que o celebrante diz antes de dizer o sim.

Claro, determinadas situações que fazíamos nos tempos de solteiro, devem ficar para trás, porém, não a nossa vida inteira. Por exemplo, você não precisará deixar sua partida de futebol com os amigos, mas também não poderá fazer isso todos os dias. As mulheres podem continuar visitando suas amigas, mas não todos os dias. Existe uma ponderação, o casal precisa saber que determinadas situações não poderão ser vividas exageradamente.

Tudo que é ponderado traz saúde ao relacionamento, o que não acontece com tudo que exageramos e forçamos a sair do jeito que queremos. Não podemos esquecer que estamos vivendo com outra pessoa, outro alguém com ideias, pensamentos, manias e etc. Nos anular para o bem do relacionamento é matar uma parte de nós. É nos omitir como seres humanos, algo que, com o passar do tempo, cobrará seu preço. Seja você mesmo e tenha plena consciência que todos nós somos seres únicos em constante aprendizado.

3 – Casamento não é prisão

 3 coisas que não devem existir em um casamento

Você já ouviu a expressão: deixar livre, caso não volte nunca nos pertenceu e caso volte, sempre nos pertenceu? Pois é, casamento não deve ser visto, considerado ou usado como prisão. Casar é ter a liberdade de aceitar a pessoa que julga ideal para uma vida a dois. Claro que, no decorrer do caminho, a pessoa possa se mostrar um enorme equivoco. Por isso, conversar sempre faz parte dos laços matrimoniais. Mas quando a conversa não tem efeito algum, é momento de repensar em sua vida. Estamos de passagem e em constante aprendizado, não se esqueça disso.

Alguns maridos ou esposas ao dizerem o tão esperado sim no altar, acabam se julgando donos de seus companheiros, como se suas vidas, suas experiências não fizessem parte da pessoa que se apaixonaram. Seria como jogar tudo fora e recomeçar uma nova programação, a pessoa que programa ficará feliz com certeza, mas e a pessoa que tentam programar?

Como ela se sentirá ao perceber que estão tentando remodelá-la de uma maneira que a outra deseja?

E os nossos valores?

Ao casarmos aceitamos “compartilhar” os dias que se seguirão. Tanto as tristezas quanto as felicidades. Aceitamos a pessoa ao nosso lado com seus defeitos e qualidades. Jamais poderemos depois desse dia tentar arrancar a força alguns defeitos que as tornam humanas, que de alguma forma, cria qualidades mais saudáveis e balanceáveis. Não podemos nem cogitar mudar nosso parceiro. Mudanças devem partir dele próprio e mediante a sua observação e relevância ao nosso sentimento. Por isso, antes de tentar mudar alguém, pense bem nas condições de mudança que está demonstrando.

É uma pessoa que aceita e compreende?

Ou uma pessoa que faz cena para conseguir o que quer sem parecer?

3 coisas que não devem existir em um casamento

O casamento não significa morte para o mundo em que vivemos, mas sim que vivemos o mesmo mundo com uma nova perspectiva. Com novos planos, destino e intuitos. Não é justo com o parceiro aprisioná-lo contra sua vontade. Não podemos fazer nada contra nossos desejos. Não podemos estar em desarmonia com nós mesmos por mero capricho. Quando forçamos tais situações colocamos muito mais a perder do que imaginamos.

Um casamento só é prisão quando um dos lados percebe suas próprias falhas em segurar o parceiro pelo amor. Mesmo assim, tenta de outras maneiras prendê-lo por perto, sem mudar o seu próprio jeito ou acertando o que precisa corrigir. E é neste momento que começamos a cercar o indivíduo em todos os lugares. Justamente para ele não perceber que o mundo ao seu redor continua girando e que, nem todos os relacionamentos, nem todos os casamentos são iguais.

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